quinta-feira, 14 de maio de 2009

O texto da apresentação! 1º C


O grupo chegando a casa de Felipe.

viajem no tempo

Aristóteles e Platão
Ptolomeu
Tycho Brahe
Kepler

Galileu











Um dia surpreendente

Narrador: Um grupo de quatro amigos marcou de se encontrar na casa de Felipe, para fazer um trabalho de escola.
(Pedro) – E sobre o que é o trabalho mesmo?
(Ana) – É sobre Aristóteles, Galileu, Kepler, Tycho Brahe e Ptolomeu.
(Pedro) – E quem são esses?
(Ana) – Nossa! Isso mostra o quanto você presta atenção na aula.
(Léo) – Eles foram filósofos Pedro!
(Narrador) – Enquanto todos discutiam sobre como ia ser feito o trabalho, Pedro saia para fazer uma espécie de tour pela casa. Até que um grande objeto lhe chamou atenção.
(Pedro) – Mas o que será isso?
(Narrador) – Pedro se perguntava se deveria ou não, mexer no objeto e quando ele resolve mexer, chegam Felipe e o resto da turma, que perceberam a sua falta na sala.
(Felipe) – Não Pedro! Nem pense em tocar nisso. Esse objeto é um experimento do meu pai, ele não gostaria de me ver mexendo.
(Bruna) – Que espécie de objeto?
(Felipe) – É uma máquina!
(Ana) – Máquina de lavar roupa?
(Felipe) – Não, é uma máquina do tempo.
(Léo) – E você já entrou aí?
(Felipe) – Nunca.
(Ana) – E que tal se agente entrasse?
(Felipe) – O meu pai jamais deixaria.
(Ana) – Ah Felipe! Deixa de ser bobo, o seu pai nem precisa saber.
(Felipe)- Ah, não sei não Ana. E se agente não conseguisse mais voltar?
(Ana) – Nossa, porque as pessoas pensam sempre no pior?! Deixa de pessimismo garoto!
(Bruna) – Gente; poderia ser a nossa chance de conhecer a vida desses filósofos de perto; sem precisar de papéis.
(Léo) – Eu concordo, seria o melhor trabalho da sala.
(Felipe) – Tudo bem! Vocês me convenceram, mas, não mexam em nada.
(Narrador) – Eles entraram na máquina, se acomodaram, e mal esperavam para fazer uma viajem intensa para o passado.
(Felipe)- Galera, eu não sei mexer bem na máquina não; É melhor agente desistir disso.
(Ana) – E poder deixar de conhecer a vida desses filósofos de perto?! JAMAIS!
(Narrador)- Felipe estava com muito medo, pois mal sabia mexer direito naquela “coisa”, e estava indo escondido de seu pai; a máquina começou a se movimentar, até que eles foram parar...
(Bruna) – Aonde nós estamos?!
(Narrador) – E dois homens, ou melhor, dois “grandes” homens entraram na sala conversando.
(Pedro) – Gente olha quem está chegando ai... É melhor se esconder.
(Aristóteles) – O universo não surgiu em um determinado ponto, mas sim, existiu intocável por toda eternidade. O mesmo é esférico e finito, a Terra é o centro, composta por quatro elementos: Terra, ar, fogo, água.
(Platão) – E você pode explicar porque essa definição da Terra ser esférica?
(Aristóteles) – Posso te dar 4 exemplos, como o desaparecimento de navios no horizonte ou alteração das estrelas quando alguém se movia para o norte ou para o sul. Por ser o único corpo celeste que mostrava uma aparência variável, a lua demarcava a fronteira entre: O mundo mutável da Terra e o firmamento incorruptível. Acima da lua tudo era perfeição, abaixo a imperfeição. Seguindo essas idéias o movimento natural dos corpos celestes perfeitos é o círculo.
(Léo) – Pronto! Vamos para outro tempo para ver se descobrimos mais coisas.
(Narrador) – As crianças pegaram a máquina de novo e foram parar...
(Ptolomeu) – Eu tenho certeza que o mundo é geocêntrico, os planetas giram em círculos perfeito ao redor da Terra.
(Bruna) – Isso mostra que muitas cabeças inteligentes podem ficar completamente erradas por séculos.
(Narrador) – Ptolomeu deu nome às estrelas, previu eclipses. Os astropólogos de hoje não sabem nada sobre a precessão dos equinócios. (O eixo da Terra gira num círculo de 360º durante 2300 anos) Mas Ptolomeu sabia. O mesmo achava que Deus fornece para cada espécie seu meio de sobrevivência, para os astrônomos a astrologia. Depois de muito tempo, Copérnico estabeleceu o mundo heliocêntrico, mais tarde nossa galáxia que foi considerada como centro; Hoje sabemos que não tem centro nenhum.
(Felipe) – Então agora que já sabemos, vamos voltar?
(Ana) – Está louco? Nem por nada nesse mundo.
(Narrador) – Mesmo com sua insegurança Felipe dirigiu a máquina do tempo até Tycho Brahe.
(Tycho Brahe) – Então é isso. A estrela se encontra na esfera celeste.
(Narrador) – Graças á Tycho Brahe os cometas entraram na categoria de objetos celestes, demonstrando que o céu não era imutável. Brahe foi o primeiro astrônomo a levar em conta a refração atmosférica enquanto media as posições dos astros.
(Pedro) – Nossa! Esse cara é um gênio.
(Bruna)- E um grande observador.
(Ana) – Vamos, vamos, o tempo está passando muito rápido. Se quisermos conhecer o resto temos que andar logo!
(Bruna) – Ta bom; mas quem vamos conhecer agora ?
(Léo) – Que tal Kepler?
(Bruna) – Então vamos.
(Kepler) – As observações de Tycho Brahe não poderiam ter um erro deste tamanho! Eu vou descartar possibilidade de determinar a órbita de Marte assim.
(Narrador)- Finalmente passou a tentativa de representar a órbita de Marte. Com uma oval, e rapidamente descobriu que uma elipse ajustava muito bem os dados; a posição do sol coincidia com os focos da elipse. Ficou assim explicada a trajetória quase circular da Terra com o sol afastado do centro.
(Felipe) – Agora só falta Galileu. Vamos, vamos.
(Narrador) – Galileu foi um físico, matemático, astrônomo e filósofo italiano, que teve um papel preponderante na chamada “revolução cientifica”. Galileu Galilei desenvolveu os primeiros estudos sistemáticos do movimento uniformemente acelerado e do movimento do pêndulo, descobriu a lei dos corpos e anunciou o princípio da Inércia.
(Galileu) – Com esse compasso geométrico eu poderia medir ângulos e áreas. Agora que eu já sei as montanhas da lua, as fases de Vênus, quatro satélites de Júpiter, os anéis de Saturno e as estrelas da via Láctea; poderei defender o heliocentrismo.
(Narrador) - Galileu realizou na cidade de Pisa suas famosas experiências de queda de corpos em planos inclinados. Galileu descobriu ainda que a Terra gira em torno do sol e não contrário. Ele até hoje é considerado como o pai da ciência moderna.
(Pedro) Ai, não teria uma forma melhor de entender tudo isso.
(Léo) – Agora sim, acho que a nossa nota será a melhor da sala.
(Ana) – Se eu contar, ninguém acredita!
(Felipe) – Vamos voltar, o meu pai já deve estar chegando do trabalho.
(Narrador) – O trabalho das crianças foi sim o melhor da sala, mas a lição que elas tiraram de tudo aquilo foi que as coisas que acreditamos ser impossíveis, podem ser as mais possíveis de se acontecer.

Nenhum comentário: