segunda-feira, 25 de maio de 2009

Cronograma de avaliação 2º tri /1º ano

Colégio Salesiano do Salvador
Quadro de Marcação de Atividades Trimestrais
Disciplina: Física Professor Ruy. 1ª série do Ensino Médio




(*) Culminância na semana de 17 a 22/08.

Nota: Elaboração de exercícios constará no qualitativo.

sábado, 16 de maio de 2009

Este blog tem com objetivo organizar e divulgar as atividades escolares dos alunos do 1º e 2º anos do E. Médio do Liceu Salesiano do Salvador.
Inicialmente, projetamos uma atividade de Física , envolvendo , pesquisa, levantamento de dados, produção de textos em uma primeira etapa e posteriormente uma representação teatral e sua divulgação, inclusive viabilizando este blog.
Outras ideias virão !!!
Aguardem!!!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

1º A

1º Ano A comemora o Ano Internacional da Astronomia




Em comemoração ao ano internacional da astronomia, os alunos do 1º ano do ensino médio organizaram e puseram em prática um projeto sobre os físicos e filósofos de Aristóteles a Galileu , passando por Ptolomeu, Ticho Brahe, Kepler e Newton e suas percepções sobre o Universo. O projeto se desenvolveu com as seguntes etapas; pesquisa , roteiro, dramatização, divulgação e documentação. Mesmo depois de muitos erros, descasos, brincadeiras, esforços, nós conseguimos ter um belo trabalho final. Agradecemos ao professor Ruy, que nos orientou e nos deu bronca quando estávamos errados. Nos parabenizamos pelo excelente (nem nos achamos) trabalho que fizemos.

Mais informações sobre o Ano Internacional da Astronomia: http://www.astronomia2009.org.br/

Nosso Roteiro: http://www.4shared.com/file/96261412/a74d671b/_2__Roteiro_d.html (SEGURO!)

É, a gente é demais. (Risos)

OBRIGADO!

*Nosso Roteiro. Ao clicar no link aparecerá uma nova janela. Logo em cima DOWNLOAD NOW - Roteiro de Fisica . É só clicar para conhecer o nosso roteiro. Testado, não é vírus. Não deixem também de visitar o site Astronomia 2009 e claro , assistir ao nosso vídeo!

1° ano B









ROTEIRO DA PEÇA:
“A evolução do pensamento cosmológico”


Entra pela porta da sala o (a) professor (a), precedido (a) dos alunos “mais interessados”, fazendo anotações e, logo atrás, os alunos bagunceiros badernando. Na sala estarão dispostos 5 alunos como estátuas representando os físicos: Kepler, Aristóteles, Ptolomeu, Tycho Brahe e Galileu Galilei.
- Atenção, pessoal. Agora, estamos na ala dos bonecos de cera, por favor, não toquem em nada, escutem com atenção todas as informações que eu darei a vocês sobre esses 5 físicos e suas teorias, que estarão na próxima avaliação. [Professor (a)]
- Que fascinante! Eu idolatro Tycho Brahe. Nós somos obcecados pela precisão. Nascemos um para o outro... (suspirando) (Aluna “nerd”)
- Que menina tosca! Enquanto eu sempre quis conhecer a Mulher Melancia... (Felipe)
- Ê lá em casa! (em coro) (Marcos e Ricardo)
- Silêncio, turma! Vamos fazer uma viagem no tempo, desde Aristóteles até Galileu com sua teoria heliocentrista, ou seja, o Sol como centro do Universo... Felipe tire o boné! [Professor (a)]
- Desculpa professor (a). (retira o boné) (Felipe)
- Tudo bem, continuando... Seguindo nessa direção (o [a] professor [a] vai baixando a voz), encontraremos o boneco de cera do físico Aristóteles, que tinha sua teoria baseada em... (o [a] professor [a] segue andando com os alunos bons, iniciando um dialogo mudo entre eles, enquanto os bagunceiros começam uma conversa paralela) [Professor (a)]
- “Rapaz”, eu fiquei sabendo que a segurança noturna daqui é muito gata. Eu duvido que vocês tenham coragem de vir à noite pra conquistar ela! (Felipe)
- Há-Há! Eu vou provar que eu sou mais homem que todos vocês juntos. Vocês vão ver, ela já está na minha! Não tem mulher que resista ao meu charme! (Ricardo)
- O moleque ‘tá se achando... (Marcos)
- Essa eu quero ver! Está combinado, então. 11h15min aqui na porta do museu! (Felipe)
- Falou então! (em coro) (Marcos e Ricardo)
- Neste momento concluímos a evolução do pensamento cosmológico. [Professor (a) aumenta a voz]
[Professor (a) e todos os alunos saem do “museu” (sala)]
Ao cair da noite...
Os “bonecos de cera” saem. Os meninos entram na sala e esperam na frente da porta. Exceto um.
- Poxa, cadê aquele covarde? Ele deveria ser o primeiro a estar aqui! (Felipe)
- Na certa ele amarelou. (Marcos)
(Ricardo chega, correndo e ofegante)
- Eu pensei que você não viria, cara! (Felipe)
- Minha mãe não queria liberar. (Ricardo)
- Ah, sei. Bom, vamos começar nosso plano, galera? (Felipe)
- Já é! (Marcos e Ricardo)
(Eles se dirigem à mesa do professor, onde o segurança noturno estará sentado, e vão se surpreender ao ver que não é “uma” segurança; será um senhor bem velhinho, dormindo e roncando. Eles se aproximam, um bate na mesa e fala):
- Hm, boa noite. (o velhinho acorda assustado) Cadê A segurança daqui? (tom desconfiado) (Felipe)
- Poupança?! (o velhinho diz aos berros e põe a mão na orelha) Não, meu filho, aqui é um museu, não um banco! Mas eu posso ajudar? (Segurança velhinho)
- Não, meu senhor! Nós queremos saber da gat... garota que fica aqui todas as noites. (aumenta o tom de voz) (Ricardo)
- Sabe o que é? Ela é minha prima e eu preciso dar um recado a ela, “sacou”? (Felipe)
- Ah, vocês estão falando da Veneziana?! (fala quase gritando. Os meninos se olham, com uma expressão de estarem estranhando o nome). Oh, ela não está aqui hoje não! A menina ficou constipada, coitadinha!
- Ah, tudo bem, então. Valeu meu tio! (O velhinho volta a dormir. O menino que estava falando com o velhinho vira-se para os outros e faz um gesto como se o plano tivesse dado errado.)
- Pois é galera, deu tudo errado. (Eles se distanciam da mesa) (Marcos)
- Veneziana?! Fala sério, uma gata daquela com um nome estranho desses! Mas, não tem problema, a gente volta outro dia. (Ricardo)
- Ah não, pessoal! Nós viemos aqui pra nada? Vamos agitar um pouquinho esse lugar parado! (Felipe)
- Boa idéia, Felipão! (Marcos e Ricardo) (eles voltam, vêem o velhinho dormindo, passam por ele, mas de repente há uma queda de luz e o sino badala, simultaneamente)
- À meia noite, os espíritos acordam! (tom macabro) (Marcos)
- Você acredita nisso, cara? Fala sério! (Felipe)
(ouvem-se murmúrios)
- O que foi isso?! (Ricardo fala assustado)
- Não sei, vamos lá descobrir! (tom ansioso) (Felipe)
(Eles seguem o som e vão em direção ao outro lado da sala, surpreendendo-se com 5 homens estranhos (os físicos que eram estátuas), conversando. Todos os meninos ficam paralisados, apenas olhando. Depois eles saem do transe e vão caminhando lentamente na sala. Os cientistas estão falando empolgados, quando de repente todos param de falar e olham para os 3 meninos. Os garotos ficam prendendo uma risada).
- Ih, cara, você ta parecendo aquele maluco que o (a) professor (a) tava falando hoje de manhã! (aponta para um dos físicos) (Ricardo)
- Poxa, hoje ia ter festa à fantasia e ninguém nos avisou! (Felipe)
- Ah, se tivessem me avisado eu teria vindo de Ronald Mcdonald! (Marcos)
(Ricardo e Felipe olham com uma expressão desconfiada e confusa para Marcos)
- O que foi? (Marcos)
(Ricardo e Felipe acenam negativamente)
- Em que posso ajudar, jovens? (Aristóteles)
- Espera aí, cara, quem é você? (Felipe)
- Meu nome é Aristóteles, nasci na Grécia numa cidadezinha chamada Estagira. (Aristóteles)
- Ah ta, eu sou Felipe e nasci aqui mesmo. (Felipe aponta para os outros, apresentando-os) E esses são Marcos e Ricardo. (Felipe)
- E aí, tio? (Marcos)
- Beleza? (Ricardo)
- E os outros quatro aí (aponta para os físicos), quem são?
- Eu sou Ptolomeu, nasci em Alexandria, no Egito.
- Isso é nome de gente? Parece o nome do cachorro do meu... (Marcos)
- Cala a boca, Marcos! (em coro) (Felipe e Ricardo)
- Sou Tycho Brahe, da Dinamarca e nasci em 1546.
- Meu nome é Johannes Kepler, mais conhecido pelo meu sobrenome, sou alemão.
- E por último, mas não menos importante, eu, Galileu Galilei, natural de Pisa, na Itália, linceano, matemático especial da Universidade de Pisa, filósofo e matemático – mor do Sereníssimo Grão – Duque da Toscana!
- Convencido! (Aristóteles fala para Ptolomeu, cochichando)
- Puxa! Vocês vieram de longe! (Marcos)
- Afinal, o que todos vocês estão fazendo aqui? (tom desconfiado) (Felipe)
- Todas as noites, nos reunimos nesse local para discutirmos sobre a cosmologia já que esse energúmeno (apontando para Aristóteles) diz que o Universo é constituído apenas de 5 elementos, e esse outro equino afirma que (apontando para Ptolomeu) todos os planetas e astros giram em torno da Terra, que estaria no centro do Universo, inclusive o Sol! Isso é impossível! (Galileu)
- Como pode ser impossível? É claro que todo o Universo é formado de matéria, principalmente dos cinco elementos: água, ar, fogo, terra e éter, porque ao contrário dos objetos abaixo da Lua que se movimentam naturalmente em linha reta, os objetos feitos de éter, como os planetas, movimentam-se naturalmente em círculos, e tudo que é feito de éter dura para sempre! (Aristóteles)
- Asneira! É óbvio que a Terra está no centro e os planetas se movimentam através de uma combinação de círculos, ou seja, eles se movem ao longo de pequenos círculos chamados epiciclos, cujo centro se move em um círculo maior chamado deferente. A Terra fica numa posição pouco afastada do deferente, portanto o mesmo é um círculo excêntrico em relação à Terra! (Ptolomeu)
- Você está louco! Como pode? Todos sabem que os planetas, inclusive a Terra, giram em torno do sol! (Tycho Brahe)
- Eu concordo e ainda digo mais! De acordo com o que eu pude perceber observando Marte, e com seus cálculos, Tycho, percebi que suas órbitas não eram circulares, mas elípticas; além de perceber que numa órbita elíptica um planeta aumenta sua velocidade quando se aproxima do Sol e diminui quando se afasta. Ah! Não posso esquecer que os planetas percorrem áreas iguais em tempos iguais. (Kepler)
- Cara, eu estava, por algum motivo que eu não sei, prestando atenção na aula de Física e não entendi absolutamente nada da sua 3ª Lei. (Ricardo)
- Lei?! Não estamos estudando direito. (Marcos)
- Não, sua besta! As leis de que ele está falando são as teorias de alguns físicos! (Felipe)
(Marcos e Ricardo olham para Felipe assustados)
- Er... Às vezes eu estudo! (Felipe)
- Muito bem, a dúvida é o principio da sabedoria. (Aristóteles)
- Elementar, meu caro Aristóteles! Bem, o quadrado dos períodos orbitais dos planetas, ou seja, o tempo que eles levam para completar uma volta em torno do Sol é proporcional ao cubo de suas distâncias médias até o mesmo. (Kepler)
- Poupe-me com essas suas teorias, Johannes! Eu continuo com a minha teoria geocentrista e vou convencê-los de que estou certo! (Ptolomeu)
- Olha, por mais burro que eu seja, lembro que os professores sempre falaram mais na sala que o que gira em torno de alguma coisa é a Terra em torno do Sol. (Marcos)
- Então, a Terra não está parada no centro do Universo? Pelas barbas de Merlin! Eu sabia que o ser humano seria capaz de fazer novas descobertas ao passar do tempo, mas não imaginava que meu pensamento estivesse errado... (faz expressão pensativa) (Aristóteles)
- O que implica em dizer que o meu modelo do Sistema Solar em que o Sol e a Lua estavam em órbita em torno da Terra, mas os planetas restantes estavam em órbita em torno do Sol também não é verdadeiro? (cara de descrença) Eu sabia que não deveria ter seguido as ideias de Copérnico! (Tycho)
- A ciência é assim mesmo, caro amigo Tycho. (Kepler)
- Pois é, pessoal. Sinto muito em dizer, mas a suas teorias já estão ultrapassadas... (Felipe)
- Oh, céus! Como é possível? (com expressão de desilusão) (Ptolomeu)
- Tecnologia existe para quê?! (Ricardo)
- Como você pode observar Ptolomeu, eu sempre estive certo com a minha teoria heliocentrista! (Galileu)
(Ptolomeu faz uma cara raivosa para Galileu)
- Mas se as coisas têm um lugar natural, então a Terra não pode estar em movimento. Ela tem de estar parada no seu lugar natural, no centro do Universo. (ainda com expressão pensativa) (Aristóteles)
- Os objetos não caem em direção ao centro da Terra por ser aí seu lugar natural, mas por serem atraídos pela tal da gravidade, por isso, não tem nenhum problema a Terra ficar girando, pelo menos foi isso o que o professor falou uma vez... (diminui o tom de voz) E eu não sei por que eu estava prestando atenção... (cara de descrença) (Felipe)
(Marcos e Ricardo também fazem cara de descrença, enquanto isso todos os físicos ficam com cara de frustração e pensativos)
- Não acredito que nossos estudos não valeram absolutamente nada... (tom de tristeza) (Ptolomeu)
- Ah, quê isso! Claro que valeram! Se hoje temos todas essas teorias, devemos agradecer a vocês, que deram o pontapé inicial! (Marcos)
- Concordo com você, Marcos. (Felipe)
- Devo concordar com esses jovens. Eu mesmo, através de dados do meu amigo Tycho Brahe (sorrir para Tycho) e outros cientistas (sorrir para os outros), pude formular várias teses, algumas verdadeiras, outras falsas. Mas, com as verdades ou com as suposições, eu pude ajudar cientistas que vieram depois de mim e assim sucessivamente. (Kepler)
- Claro! (Tycho fala instaneamente animado) E é por isso que gostamos das ciências, não é mesmo, caros colegas? (Tycho)
(Todos acenam positivamente e dão sorrisos uns para os outros, exceto Galileu, que continua sério. Então todos se viram para Galileu, sem entender sua expressão)
- O quê? Eu não me aproveitei da teoria de ninguém, tenho capacidade suficiente... (Galileu)
- Por favor, Galileu, não minta. Eu já sei que você se aproveitou dos meus escritos e minhas teorias erradas para fazer as suas! (tom de deboche) (Galileu olha incrédulo para Aristóteles, enquanto os outros fazem uma expressão de desaprovação para Galileu) Não me pergunte como eu sei, mas agora você não precisa mais esconder isso de mim. (dar um tapinha no ombro de Galileu, que faz cara de envergonhado) (Aristóteles)
Os outros físicos dão tapinhas no ombro e nas costas de Galileu, enquanto todos trocam sorrisos. De repente Tycho olha para a janela da sala e diz, olhando para os outros físicos:
- O dia já está amanhecendo... (tom de segredo)
Acenando positivamente, os físicos se direcionam para seus lugares iniciais, enquanto os garotos estão olhando para a janela da sala (como se estivessem vendo o Sol nascendo); eles ficam em um estado de transe. Os 4 físicos voltam a serem simples estátuas do museu enquanto Aristóteles diz:
- Lembrem- se sempre: O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete! (Aristóteles)
(Então Aristóteles volta a ser um boneco de cera)
Os garotos, ainda em meio a um estado de transe, param de olhar para a janela e observam os bonecos de ceras, um pouco confusos.
- Mas realmente já se passou tanto tempo assim? (Felipe)
(Eles voltam a olhar para janela, estreitam os olhos, começam a se sentir tontos e desmaiam. De repente o segurança velhinho aparece, se aproxima dos meninos e fala)
- É sempre a mesma coisa... (fala, chateado) E o trabalho pesado sobra para mim... (Segurança velhinho)
(Ele vai puxando os meninos um por um para outro lugar da sala, como se fosse um quartinho, bota um bilhete ao lado deles e vai embora com expressão entediada. Logo depois, Felipe acorda, olha para o local, confuso, e acorda Marcos e Ricardo)
- O que a gente está fazendo aqui? Que local é esse? O que aconteceu? (ainda confuso e sonolento) (Felipe)
(Eles ficam de pé)
- Cara, não sei. Só lembro que viemos aqui ver a segurança gata... (faz uma pausa e dar um olhar incrédulo) Não consigo me lembrar! (Ricardo)
(Todos se olham incrédulos. Marcos olha para o relógio subitamente e se assusta)
- Olha a hora, galera! Só temos meia hora para chegarmos ao colégio! (Marcos)
- Vamos “vazar”! (Felipe)
(Os três saem correndo pela porta da sala. Depois de alguns segundos eles entram novamente, e já terão que estar em uma sala de aula. A sala terá que estar arrumada e com alguns alunos (os mesmos que estavam na visita ao museu) sentados em carteiras, simulando uma conversa. Marcos, Felipe e Ricardo entram conversando. Felipe com uma expressão pensativa).
- O sonho que eu tive essa noite foi muito louco! Eu estava no museu e uns malucos que se diziam físicos ficavam falando de umas teorias loucas. O mais estranho é que eu ainda me lembro de cada coisa que eles disseram, como se tivesse sido verdade... (expressão pensativa) (Marcos)
- Que coincidência, cara! Eu tive um sonho essa noite super parecido! Eu pensei que estivesse ficando maluco... (fala, aliviado) (Ricardo)
- Eu também sonhei algo assim... (fala, perplexo)
Nesse momento, o (a) professor (a) entra na sala, anunciando:
- Bom dia, turma! Hoje teremos um teste... Surpresa! (começa um murmúrio de reclamações na sala de aula) Não adianta reclamarem, o teste será sobre os 5 físicos que vimos ontem, de bonecos de cera, no museu. [Professor (a)]
(Enquanto isso, os três garotos ainda estão pensativos, tentando entender o “sonho” em comum que tiveram. Passa uma plaquinha ou alguém narra: “Ao final da aula” Então, Ricardo, Felipe e Marcos começam a conversar na sala de aula, enquanto o professor vai embora)
- Cara, pela primeira vez em minha vida eu consegui responder todas as perguntas de um teste sem dificuldade! (Ricardo)
- Eu também! (em coro) (Marcos)
- Estranho... (fala, pensativo) (Felipe)
- Cara, o que aconteceu com você? Você está muito pensativo! (Ricardo)
- É inexplicável, mas... eu estou com uma vontade de estudar física! (Felipe)
(Marcos e Ricardo se olham incrédulos)
- Eu também! (em coro) (Marcos e Ricardo)
- Que tal fazermos um grupo de estudo e todas as quartas na biblioteca... (eles vão saindo da sala, com expressões animadas) (Felipe)

FIM



FOTOS



























VÍDEO






Equipe do Blog - 1° ano B:

Agda Stadler

Mariana Guimarães

João Neto

Gabriel Lavigne

Folder do 1º C





O texto da apresentação! 1º C


O grupo chegando a casa de Felipe.

viajem no tempo

Aristóteles e Platão
Ptolomeu
Tycho Brahe
Kepler

Galileu











Um dia surpreendente

Narrador: Um grupo de quatro amigos marcou de se encontrar na casa de Felipe, para fazer um trabalho de escola.
(Pedro) – E sobre o que é o trabalho mesmo?
(Ana) – É sobre Aristóteles, Galileu, Kepler, Tycho Brahe e Ptolomeu.
(Pedro) – E quem são esses?
(Ana) – Nossa! Isso mostra o quanto você presta atenção na aula.
(Léo) – Eles foram filósofos Pedro!
(Narrador) – Enquanto todos discutiam sobre como ia ser feito o trabalho, Pedro saia para fazer uma espécie de tour pela casa. Até que um grande objeto lhe chamou atenção.
(Pedro) – Mas o que será isso?
(Narrador) – Pedro se perguntava se deveria ou não, mexer no objeto e quando ele resolve mexer, chegam Felipe e o resto da turma, que perceberam a sua falta na sala.
(Felipe) – Não Pedro! Nem pense em tocar nisso. Esse objeto é um experimento do meu pai, ele não gostaria de me ver mexendo.
(Bruna) – Que espécie de objeto?
(Felipe) – É uma máquina!
(Ana) – Máquina de lavar roupa?
(Felipe) – Não, é uma máquina do tempo.
(Léo) – E você já entrou aí?
(Felipe) – Nunca.
(Ana) – E que tal se agente entrasse?
(Felipe) – O meu pai jamais deixaria.
(Ana) – Ah Felipe! Deixa de ser bobo, o seu pai nem precisa saber.
(Felipe)- Ah, não sei não Ana. E se agente não conseguisse mais voltar?
(Ana) – Nossa, porque as pessoas pensam sempre no pior?! Deixa de pessimismo garoto!
(Bruna) – Gente; poderia ser a nossa chance de conhecer a vida desses filósofos de perto; sem precisar de papéis.
(Léo) – Eu concordo, seria o melhor trabalho da sala.
(Felipe) – Tudo bem! Vocês me convenceram, mas, não mexam em nada.
(Narrador) – Eles entraram na máquina, se acomodaram, e mal esperavam para fazer uma viajem intensa para o passado.
(Felipe)- Galera, eu não sei mexer bem na máquina não; É melhor agente desistir disso.
(Ana) – E poder deixar de conhecer a vida desses filósofos de perto?! JAMAIS!
(Narrador)- Felipe estava com muito medo, pois mal sabia mexer direito naquela “coisa”, e estava indo escondido de seu pai; a máquina começou a se movimentar, até que eles foram parar...
(Bruna) – Aonde nós estamos?!
(Narrador) – E dois homens, ou melhor, dois “grandes” homens entraram na sala conversando.
(Pedro) – Gente olha quem está chegando ai... É melhor se esconder.
(Aristóteles) – O universo não surgiu em um determinado ponto, mas sim, existiu intocável por toda eternidade. O mesmo é esférico e finito, a Terra é o centro, composta por quatro elementos: Terra, ar, fogo, água.
(Platão) – E você pode explicar porque essa definição da Terra ser esférica?
(Aristóteles) – Posso te dar 4 exemplos, como o desaparecimento de navios no horizonte ou alteração das estrelas quando alguém se movia para o norte ou para o sul. Por ser o único corpo celeste que mostrava uma aparência variável, a lua demarcava a fronteira entre: O mundo mutável da Terra e o firmamento incorruptível. Acima da lua tudo era perfeição, abaixo a imperfeição. Seguindo essas idéias o movimento natural dos corpos celestes perfeitos é o círculo.
(Léo) – Pronto! Vamos para outro tempo para ver se descobrimos mais coisas.
(Narrador) – As crianças pegaram a máquina de novo e foram parar...
(Ptolomeu) – Eu tenho certeza que o mundo é geocêntrico, os planetas giram em círculos perfeito ao redor da Terra.
(Bruna) – Isso mostra que muitas cabeças inteligentes podem ficar completamente erradas por séculos.
(Narrador) – Ptolomeu deu nome às estrelas, previu eclipses. Os astropólogos de hoje não sabem nada sobre a precessão dos equinócios. (O eixo da Terra gira num círculo de 360º durante 2300 anos) Mas Ptolomeu sabia. O mesmo achava que Deus fornece para cada espécie seu meio de sobrevivência, para os astrônomos a astrologia. Depois de muito tempo, Copérnico estabeleceu o mundo heliocêntrico, mais tarde nossa galáxia que foi considerada como centro; Hoje sabemos que não tem centro nenhum.
(Felipe) – Então agora que já sabemos, vamos voltar?
(Ana) – Está louco? Nem por nada nesse mundo.
(Narrador) – Mesmo com sua insegurança Felipe dirigiu a máquina do tempo até Tycho Brahe.
(Tycho Brahe) – Então é isso. A estrela se encontra na esfera celeste.
(Narrador) – Graças á Tycho Brahe os cometas entraram na categoria de objetos celestes, demonstrando que o céu não era imutável. Brahe foi o primeiro astrônomo a levar em conta a refração atmosférica enquanto media as posições dos astros.
(Pedro) – Nossa! Esse cara é um gênio.
(Bruna)- E um grande observador.
(Ana) – Vamos, vamos, o tempo está passando muito rápido. Se quisermos conhecer o resto temos que andar logo!
(Bruna) – Ta bom; mas quem vamos conhecer agora ?
(Léo) – Que tal Kepler?
(Bruna) – Então vamos.
(Kepler) – As observações de Tycho Brahe não poderiam ter um erro deste tamanho! Eu vou descartar possibilidade de determinar a órbita de Marte assim.
(Narrador)- Finalmente passou a tentativa de representar a órbita de Marte. Com uma oval, e rapidamente descobriu que uma elipse ajustava muito bem os dados; a posição do sol coincidia com os focos da elipse. Ficou assim explicada a trajetória quase circular da Terra com o sol afastado do centro.
(Felipe) – Agora só falta Galileu. Vamos, vamos.
(Narrador) – Galileu foi um físico, matemático, astrônomo e filósofo italiano, que teve um papel preponderante na chamada “revolução cientifica”. Galileu Galilei desenvolveu os primeiros estudos sistemáticos do movimento uniformemente acelerado e do movimento do pêndulo, descobriu a lei dos corpos e anunciou o princípio da Inércia.
(Galileu) – Com esse compasso geométrico eu poderia medir ângulos e áreas. Agora que eu já sei as montanhas da lua, as fases de Vênus, quatro satélites de Júpiter, os anéis de Saturno e as estrelas da via Láctea; poderei defender o heliocentrismo.
(Narrador) - Galileu realizou na cidade de Pisa suas famosas experiências de queda de corpos em planos inclinados. Galileu descobriu ainda que a Terra gira em torno do sol e não contrário. Ele até hoje é considerado como o pai da ciência moderna.
(Pedro) Ai, não teria uma forma melhor de entender tudo isso.
(Léo) – Agora sim, acho que a nossa nota será a melhor da sala.
(Ana) – Se eu contar, ninguém acredita!
(Felipe) – Vamos voltar, o meu pai já deve estar chegando do trabalho.
(Narrador) – O trabalho das crianças foi sim o melhor da sala, mas a lição que elas tiraram de tudo aquilo foi que as coisas que acreditamos ser impossíveis, podem ser as mais possíveis de se acontecer.

2009 Ano Internacional da Astronomia!


Mais informações do ano internacional da Astronomia no sit http://amamosfisica.blogspot.com/2008/03/2009-ano-internacional-da-astronomia.html

1º ano C



1º ano C estar comemorando o ano internacional da Atronomia com uma pequena peça, essa peça ela mostrarar a evolução da ciência. vocês vão conhecer varios filósofos como Aristóteles, Platão, Ptolomeu, Tycho Brahe, Kepler e ele que até hoje é considerado como o pai da ciência moderna. Esperamos que vocês gostem da nossa apresentação!


Gratos os alunos do 1º ano C !

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Nossa homenagem aos grandes filósofos

1º D

O grande elenco!!!!

Antenor - Aluno (Figurante)
Daniel - Aluno (Figurante)
Danilo - Ticho Brahe
Dênnis - Copérnico
Demeter - Sophia
Gilmar - Aluno (Figurante)
Igor - Aluno (Figurante)
Jonathan Andrade - Aluno (Figurante)
Larry - Galileu
Leonardo - Aristóteles
Lucas Reis - Ptolomeu
Nicolle - Professora
Rodrigo - Kepler
Sarah - Mãe de sophia
Thiago- Aluno (Figurante)


Demeter, Lucas Reis, Larry, Danilo e Leonardo
Demeter, Lucas Reis, Larry, Danilo e Leonardo

Larry e Demeter

Danilo e Demeter

Leonardo e Demeter

Dênnis e Demeter

Leonardo ao lado de Demeter e Jonathan Andrade encostado no quadro.

O roteiro da peça

Os alunos estão sentados. A professora fala enquanto anda de um lado para o outro na sala.

- Pessoal, percebi que vocês estão com dificuldade de entender a teoria da física e consequentemente, a prática. Eu e os outros professores de física decidimos passar um trabalho que ajudará vocês a entender melhor a física e também ajudará na nota, pois vai valer 2 pontos.

Os alunos começam a falar alto e se animam por causa da nota. A professora pede silêncio e continua.

-Vocês vão pesquisar sobre os seguintes físicos – os alunos pegam o caderno e começam a copiar – Aristóteles, Ptolomeu, Ticho Brahe, Johanne Kepler, Galileu Galilei e outros que vocês encontrarem relacionados a esses físicos. Faram uma apresentação sobre as ideias do universo de cada um deles na próxima aula. O trabalho é individual.

O sinal toca e a professora fala um “tchau turma” e começa a arrumar suas coisas. Os alunos saem da sala. Sophia fala com a amiga enquanto sai.

-O trabalho vai nos ajudar bastante você não acha?

-Você acha? Pra mim é só mais uma coisa pra me impedir de sair de casa.

-Meu Deus! Ah, agora eu tenho que ir não tem ninguém em casa e eu tenho que fazer logo o trabalho. Tchau Ana!

-Tchau Sophia!

Sophia vai para o canto da sala (onde será o quarto) e se senta em sua “cama”. Fica uns minutos lá e se levanta falando sozinha:

-É melhor eu ir comprar o pão logo antes que minha mãe chegue.(Demeter)

Ela vai andando na sala e volta para o lado onde era a aula ( onde agora é uma praça). Os figurantes estão caminhando e todos vestidos com roupas antigas (322 a.C.) e Aristóteles está sentado em uma cadeira lendo um livro.

Sophia começa a olhar desconfiada pois as pessoas estão usando roupas muito estranhas. Ela olha de um lado pra o outro e de repente rapara na pessoa sentada na cadeira.

-Ei moço, desculpa incomodar mas eu acho que eu te conheço de algum lugar. Qual é o seu nome?

- Aristóteles. E o seu?

- Sophia mas nossa, que nome antigo. Sua mãe devia gostar muito do filosofo Aristóteles.

- Ã?

- O antigo filosofo, você nunca ouviu falar? Para falar a verdade você me lembra ele, por isso é tão familiar, mas que coincidência.

- Mas eu sou o filosofo Aristóteles!

- Como assim? Ele já morreu há séculos. – ela olha para os lados e repara novamente na roupa das pessoas – Em que ano nós estamos?

- No ano de 360.

- (ela faz uma cara de espanto) Antes de Cristo???????

- Quem é Cristo? Seu parente?

- Você não sabe quem é Cristo? Ai meu Deus! – ela senta ao lado de Aristóteles olhando fixamente para frente. – Mas como isso é possível?

- O que?

Sophia pede um pouco de silencio para pensar.

- É... eu não estou entendendo nada, mas aproveitando que VOCÊ, logo você está aqui, eu tenho algumas perguntas para o senhor.

- Como assim perguntas pra mim?

- Isso vai ser difícil de explicar. Bem, é que eu tenho um trabalho de física para fazer, sobre o universo, e bem as pessoas me disseram que você sabia muito sobre ele e adoraria ter uma ajuda sua.

- Hum... sobre o universo né?! Bem eu acho que eu posso te ajudar. Minha jovem nós estamos em um único mundo, onde a Terra é o centro do universo. Vale enfatizar que a Terra é esférica.

- Como você tem tanta certeza que a Terra é esférica, pelo que eu saiba não existe nenhum satélite ainda.

- Satélite? Você é uma garota muito estranha, mas enfim. Eu deduzi isso observando o desaparecimento dos navios no horizonte e a alteração das estrelas quando alguém se move para o norte ou para o sul. E quer saber mais, cheguei a conclusão que os corpos são formados por quatro elementos básicos: água, fogo, terra e ar.

- Uau, eu nunca deduziria isso olhando apenas um navio. Eu sou formada de fogo??? Só se for na...

- Sim, você é formada pelos 4 elementos, onde a terra por ser pesada está no centro da Terra, por sua vez o centro do universo, o fogo é absolutamente leve sendo seu movimento natural subir para o céu o ar e a água ocupam posições intermediarias. A água logo acima da terra e o ar acima da água e abaixo do fogo.

Ela olha para o lado ( escondendo a boca)

- Nooooossa, esse cara não tem a menor noção do que é gravidade.

- Você disse alguma coisa?

- Não, não imagina.

Aristóteles olha para o céu e diz:

- Nossa, o tempo passou tão de pressa, o sol já está se pondo, eu tenho que ir minha jovem. Mas se você quiser aprender mais sobre o universo esteja aqui amanha na mesma hora, posso ter ensinar muito mais, pois um verdadeiro discípulo é aquele que consegue superar seu mestre.

- Ah, tchau então. Adorei a conversa. Muito obrigado.

- Não tem de que. – Aristóteles sai e Sophia continua sentada olhando o movimento quando Ptolomeu passa segurando uma cartolina branca dobrada ao meio com o nome da sua mais famosa obra Almagesto em suas mãos. Sophia fala alto.

- Nossa, que livro pequeno hein?!

- Como?

- Nada, só estava falando do seu livro. De que autor é?

-Eu, Claudius Ptolomeu.

- Ptolomeu?! Ate você está aqui. Maneiro, você escreveu um livro, eu não sabia disso. Ele fala de que?

- É um tratado de astronomia. Neste livro está descrito todo o conhecimento astronômico babilônico e grego. No Almagesto, o nome do meu livro, é apresentado um sistema cosmológico geocêntrico, isto é a Terra está no centro do Universo e os outros corpos celestes, planetas e estrelas, descrevem órbitas ao seu redor. Estas órbitas são relativamente complicadas resultando de um sistema de epiciclos, ou seja, círculos com centro em outros círculos.

- Nossa, outro que acha que a Terra é o centro do universo. Que burro!

- O que?! Isso é uma heresia, eu vou te denunciar a igreja. Como você ousa dizer que a Terra não é o centro do universo?! Você será punida!

- Calma, Calma senhor. O senhor deve ter entendido errado, eu nunca falaria isso. Com certeza a Terra é o centro do universo.

-Hum... Você não parece esta muito convicta disso. Emprestar-lhe-ei o meu livro. Amanhã um pouco antes do sol se pôr eu estarei aqui, e você me devolve. Combinado?

- Nossa, você vai me emprestar o seu livro?! Combinado sim, muito obrigada.

Ptolomeu sai e Sophia se levanta e vai para o outro lado da sala onde antes era sua “cama” que agora Copérnico esta sentado fazendo contas matemáticas. Sophia fica olhando e comenta.

- Uau, ate em um dia louco como esse a matemática me persegue. Eu não mereço isso não.

- Você não gosta de matemática?

- Não?! É que é muito complicado pra mim. Mais o pior ainda é física.

- Física? A física explica quase tudo! Até sobre o universo e seus mistérios.

- Ah, também vai falar que a Terra está no centro do universo e que o sol gira em torno dela e blá, blá, blá?

- A Terra no centro do universo? Isso não existe mais! O Sol é o centro do universo e todos os planetas e satélites naturais giram em torno dele, por mais que as pessoas neguem e a igreja não queira acreditar!

- Oh... você sabe... mas, como você chegou a essa conclusão? Você tem alguma prova?

- Bom, eu não tenho nenhuma provam observacional em meu livro, mas olhe como esse sistema é mais completo e elegante!

Ela olha para ele incrédula.

- Como assim elegante e completo? Você chegou a essa conclusão só com esses argumentos? Não é possível! Quando eu chuto, por mais lógica que faça para mim, eu erro. Já você, chutou de uma maneira tão medíocre e acertou! Inacreditável!

- Ã? Do que você está falando? Suas palavras não fazem sentido para mim.

- Nada, desculpe te incomodar. Preciso ir, já escureceu. Já dá para ver a lua claramente.

Sophia sai de perto de Copérnico e se bate com Tycho Brahe, que está distraído olhando para o céu.

Ele olha para ela só por olhar e a ignora completamente e comenta:

- Olha como a lua está...

- É, ela está muito bonita mesmo. A lua cheia, ela é tão linda!

- Não só a lua cheia. A lua nova, crescente, quarto crescente, gibosa, balsâmica, quarto minguante, minguante. Eu que descobri essas fases da lua.

- Oh, você descobriu isso? E quem é você?

- Meu nome é Tycho Brahe.

- Hm... E o que mais você faz? Além de observar as estrelas. Só por curiosidade.

Ele olha Para Sophia e fala:

- Bom, eu estou trabalhando com Kepler.

- Kepler?! Aquele ...

- Opa, falando nele! Kepler!

Kepler estava passando quando Brahe chamou-o. Ele chega mais perto e cumprimenta Brahe com um abraço.

- Meu amigo! Que bom vê-lo por aqui!

Sophia olha para Kepler, apontar para ele e fala:

- Ah, é você! Foi você que inventou as leis de Kepler! Aquelas malditas leis que tive que aprender na escola!

- Ã? Você sabe das minhas teorias? Aprender na escola? Do que você está falando?

- Ah, nada, nada. Ignore, eu só estou apenas meio tonta. Você pode me explicar sobre suas leis? Não as entendi direito...

- Está bem. Em primeiro lugar, você deve saber que o Sol é o centro do universo e todos os planetas giram em torno dele. A um tempo atrás, as pessoas achavam que o movimento de rotação dos planetas era esféricos, porém eu descobri, com observações que esse movimentos são elíptico.

- O que se ajustou maravilhosamente com minhas observações, por isso trabalhamos juntos.

- Percebi também que em uma órbita elíptica, a velocidade do planeta aumenta quando se aproxima do Sol e, por sua vez, diminui quando se afasta do mesmo. Essa é a minha primeira lei, onde os planetas se movem em torno do Sol em órbitas elípticas com o Sol num dos focos da elipse.

- Nunca imaginei que fosse tão fácil. Interessante... e as outras duas?

- Bem, a segunda lei se originou quando descobri que para um mesmo intervalo de tempo as áreas percorridas pelos arcos elípticos são idênticas, não importando a excentriciade da órbita. Resumindo, planetas percorrem áreas iguais em tempo iguais.

- Mais fácil ainda.

- A última já é mais complicada. O quadrado dos períodos orbitais dos planetas, ou seja, o tempo que eles levam para completar uma volta em torno do Sol é proporcional ao cubo de suas distâncias médias até o Sol.

- É, nada é perfeito.

- Vou escrever a fórmula para você compreender melhor.

Ele escreve a fórmula no quadro. Sophia comenta.

- É, essa fórmula me ferrou no teste de física.

- Olha só, O Sol já está no meio do céu! Precisamos ir.

- Sim, nós precisamos. Agente se vê garota.

Eles saem correndo e Sophia fica com cara de espanto.

- Já é meio dia? O tempo está passando muito rápido.

Galileu vem andando e se bati em Sophia. Galileu derruba vários papéis que estava carregando. Sophia o ajuda a pegar os papéis, fica olhando as anotações e diz:

- Você também acredita na teoria de Copérnico.

- Você sabe quem foi Copérnico?

- Sei sim, Copérnico, Aristóteles, Ptolomeu, etc., etc., etc.

- Nossa, você sabe bastante coisa para sua idade hein?!

- É verdade e hoje eu estudei mais ainda. Já sei tudo, quer dizer, só falta agora estudar sobre Galileu Galilei.

- Sobre mim? (cara de espanto)

- Você é Galileu?

- Sou. E qual o seu nome?

- Sophia. Nossa eu não esperava te encontrar aqui. Mas já que você está aqui, vamos unir o útil ao agradável. Posso fazer algumas perguntas?

- Claro. O que você quer saber?

- Qual a sua visão do universo?

- Bem, eu defendo a tese de Copérnico de que a Terra fica no centro do universo com os planetas girando ao seu redor, ou seja, o heliocentrismo.

- Foi você quem inventou o melhor telescópio não foi? O que você descobriu com ele?

- Como você sabe que eu inventei um telescópio e quem disse que é o melhor?

- Esqueça, esqueça. Mas cá pra nós você inventou mesmo um telescópio o que você descobriu com ele hein?

- Bem, com meu telescópio eu observei principalmente as estrelas e as constelações como as de plêiades, Órion, Câncer. Observei a via Láctea e descobri as montanhas lunares, manchas solares o mais novo planeta Saturno, os satélites de Júpiter e as fases de Vênus.

- Nossa quanta coisa.

- Se você quiser saber mais, pode ler minha obra Siderus Nuntius.

Ele entrega algumas folhas a Sophia.

- Ei, já esta se pondo. Eu preciso ir me encontrar com alguns brilhantes físicos, gostaria de me acompanhar, tenho certeza que vocês poderão ter ótimas discussões.

- Brilhantes físicos é?! Claro!

Sophia vai andando com Galileu ate onde antes era a praça ( ou sala de aula) chegando lá ela se senta para esperar os outros. Aristóteles é o primeiro que aparece.

- Olá Sophia. Pronta para mais uma aula?

- Oi Aristóteles.

Ptolomeu chega junto com Copérnico.

- Ola Sophia (c.)

- Fico feliz em revê-la mocinha (p)

- Oi Copérnico, oi Ptolomeu

-Copérnico? (G)

- Sim? (c.)

- Foi você que descobriu que o sol esta no centro do universo?

- Sim. (c.)

- O que? Que absurdo, onde já se viu o Sol no centro do universo? (A)

Tycho Brahe e Kepler chegam.

- Ola. (T)

- Boa noite. (K)

- Desculpe senhores, mas eu acho que eu escutei alguma coisa erra aqui, como assim o sol no centro do universo? Todos nós sabemos que Deus nos colocou no centro do universo e o sol gira em um movimento circular a nossa volta!(P)

- Nunca. O sol esta no centro e os planetas que se movem ao redor dele, entre eles a Terra. (T)

- E em órbitas elípticas. (K)

- Vocês estão loucos, Nós somos o centro. (A)

- Nada disso, o so...(G)

- Eu concordo com o primeiro senhor, vocês são pirados(P)

Todos começam a discordar uns dos outros, gritar na maior confusão. Sophia começar a escutar uma voz feminina gritando seu nome de longe ela coloca a mão no ouvido perturbada com todo aquele barulho e de repente ela está em casa deitada na cama com sua mãe ao seu lado chamando-a

-Sophia, Sophia acorde. Onde está o pão?

- Ã??? Mãe? Cadê Ptolomeu, Galileu?

- Do que você esta falando garota? Você só estava dormindo. E ainda esqueceu de comprar o pão não foi? Quantas vezes já falei pra você ir comprar o pão e depois ir dormir?

- Dormi? Eu estava bem acordade, com aris... meu deus! Foi tudo um sonho!

(espantada)

- Não estou entendendo nada do que você esta falando Sophia, se arrume e vá comprar o pão. Eu estou com fome.

A mãe de Sophia sai. Sophia fala alto.

- Meu deus eu não consigo nem acreditar eu sonhei com tudo aquilo – ela se deita novamente e fica em cima de alguma coisa dura, quando ela olha La estão todos os livros e objetos que ganhou na sua estranha aventura.

- OH! Esta tudo aqui. Meu trabalho vai ser o melhor!

De longe sua mãe grita

- O PÃO SOPHIA!


FIM!!!

O 1°D agradece a visita

Blog feito por Jonathan silva e Dandara